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Quinta de Nostalgia: Twister

Antes de mais nada, que começar a coluna de hoje explicando uma pequena, mas significativa, mudança. Como expliquei antes, Throwback Thrusday é uma hashtag usada no Twitter e no Facebook para falar de coisas antigas. A ideia foi trazer para a Dimensão Geek um pouco desse clima de volta ao passado. Acabei utilizando o termo em inglês para o nome da coluna, mas bateu uma insatisfação. Conversei com algumas pessoas que não entendiam bem o nome ou o porquê. Então, para tornar mais acessível, mudei o nome da coluna para Quinta de Nostalgia.

Explicações dadas, hora de falar sobre… cinema!

Março, mudança de estação, finzinho de verão, mês com muitas nuvens e chuva. Como diria Tom Jobim, “são as águas de março fechando o verão”. E isso nos traz ao filme de hoje. Ele foi a segunda maior bilheteria em 1996. Foi produzido por Steven Spielberg, que dispensa apresentações, e dirigido por Jan de Bont, o também diretor de Lara Croft: Tomb Raider – A Origem da Vida (que não é bom, mas ninguém precisa lembrar disso nesse caso). É o filme mais assistido pela pessoa que vos escreve. Estou falando de Twister.

O filme conta a história de duas equipes rivais que querem a mesma coisa: colocar sensores revolucionários dentro de um tornado (tarefa simples!). Para isso, seguem o rastro de uma célula de tempestade atípica que está em Oklahoma. A cada nova tempestade, um tornado maior aparece, mais destruição acontece e mais a faceta de cada personagem é revelada. Ainda dá tempo para um drama, que algumas vezes beira a comédia, entre Jo Harding (Helen Hunt) e Bill Harding (Bill Paxton), o ex-marido de Jo que não consegue ter o divórcio assinado para casar-se com a dra. Melissa Reeves (Jami Gertz).

 

 

O filme foi o segundo maior sucesso de bilheteria de 1996, perdendo apenas para Independence Day. Aliás, foi a 11.ª bilheteria dos anos 90 nos Estados Unidos. O sucesso foi tanto que uma atração foi criada no parque da Universal de Orlando, o Twister… Ride It Out. Trata-se de um simulador de tornado que faz com que a pessoa viva cenas do filme.

Com um ótimo elenco, personagens bem elaborados e efeitos especiais de ponta para a época, Twister só não foi um sucesso absoluto entre a mídia especializada pelo enredo clichê. A história acaba girando em torno do triângulo amoroso entre Jo, Bill e Melissa e deixa a ciência um pouco de lado. Porém, quem procura destruição (como eu), encontra. Os efeitos especiais são simplesmente fantásticos, coisa de ponta para a época. Do F1 ao F5, não há decepção.

A trilha sonora é um capítulo à parte. Van Halen, Mark Knopfler, Red Hot Chili Peppers, Goo Goo Dolls, Shania Twain. Só nomes de peso, tanto nos anos 90 quanto hoje. É uma trilha que permanece super atual (e na minha playlist).

 

 

Dois melhores momentos para tentar convencer você de que é um filme bom de assistir:

O escândalo da Dra. Melissa quando a caminhonete de Jo cai na frente do carro em que ela estava.

 

“We got cows”
 

 

Procure, assista e divirta-se com Twister. O enredo é clichê, mas serão quase duas horas bem gastas no seu dia.

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Jeanine Alvarenga
Viciada em literatura, fã de mangás e animes, adoradora de cinema, jornalista nas horas vagas.
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