Project Cars 2 Ferrari Pack | Análise

Olá pessoas, como vão esses volantes e L2 e R2? Neste mês, dia onze, o pacote de atualização da Ferrari foi lançado para download no Project Cars 2. Aqueles mega bytes extras em seus hds valem cada bite. Ele vem com oito carros novos e duas pistas. O clássico mais caro do mundo em 2013, quando vendido em leilão por meros trinta e uns quebrados de milhões de dólares, a 250 GT Berlinetta. Parece muito dinheiro para um carro, mas ele papou quase todos os grande prêmios que disputou em dois anos seguidos, além de uma das carrocerias mais sexy’s já desenhada. Vá lá você com esse carro e leve para uma pista de sua preferência e tire aquela foto “daora” e, não pense duas vezes antes de mandar um comentário aqui em baixo com a foto.

Os outros sete carros do pak de Project Cars 2 são: 250 Testa Rosa, 458 Speciale A, 512 BB LM, F355 Challenge, F12 tdf, F40 e o hiper carro FXX K. Podemos até levar todos eles para a Pista di Fiorano e testá-los na pista particular da Ferrari, sem esquecer do circuito de Mugello, bastante usado em corridas reais de carros e motos.

Como todo novo jogo, normalmente começo experimentando as opções clássicas, desta vez escolhi a linda 250 GT Berlinetta. Levei-a na traseira do guincho até a pista clássica de Monza, aquela com as duas parabólicas mais o circuito misto, mas sem chincanas, apenas uma no começo da volta. Esse carro foi campeão de quase tudo que disputou na categoria de gran turismo; não confundir com o outro, “hü, han, aaaah, simulador”.

Como todo carro clássico de corrida ele não é muito fácil de ser guiado, a suspensão tem muito rolamento (movimento lateral que inclina o carro, mais ou menos como acontece com os prédios da orla de Santos). Logo depois, como já estava por ali mesmo, liguei a 250 Testa Rosa e saí para marcar tempo. Irmã mais velha da Berlinetta, ela é mais leve, mais potente, faz curvas com mais agilidade e é mais dócil, como resultado pude marcar uma volta quase nove segundos mais rápida que a da Mana Berlinetta, o que dá quase três segundos por setor da pista, algo impressionante mesmo para uma pista com poucas curvas e mais de três minutos por volta com esses velhinhos.

Saindo das décadas de 50 e 60 vamos à próxima, os 70. Aguente o gigante V12 e um tantinho de downforce na joia gt italiana, a 512 BB LM. Muita força bruta, ronco grave e dificuldade de controle. Assim como muitos carros da era analógica, nada era fácil para esta besta, bem, perder a traseira é muito simples. Bem diferente da maravilhosa e já conhecida por minha geração, 355, na versão de pista F355 Challenge. Espetáculo de carro. Fácil de guiar, sempre no chão, não parece que vai tombar, mas não possui a mesma velocidade final da 512, mesmo assim, para tarados por carregar velocidade na tangente, ela é uma gostosura, tipo pudim de leite com o queimadinho na medida. O melhor carro em dirigibilidade desse pacote.

Agora, privilégio nosso, tempos atuais, 458 Speciale e F12tdf. “Minhchia!”, como dizem os italianos quando chocados. Dois super carros bem diferentes entre si, mas igualmente assustadores. O primeiro, conversível de muita força V8, barulho alto e adora sair de frente, a mais nova, F12tdf (Tour de France), V12 dianteiro, traseira difícil, mas em linha reta perde só para a La Ferrari. Ainda nos dias atuais, a futura lenda, a versão de pista da já inconsebível La Ferrari, a FXX K. Mil, isso mesmo, 1050 (mil e cinquenta) cavalos. Número total de ambas fontes de energia, combustão e elétrica. Um foguete de cabeça pra baixo. Nem jogo muito com ela porque infelizmente estou sem volante. A pista de Fiorano ficou pequena para ela, não cheguei a engatar a sétima.

Por última, mas porque é minha preferida, a famosa F40. Nos meus olhos a mais marcante de todas, uma vez já foi o carro de rua de fábrica mais rápido do mundo, além de ser a mais linda.

No geral esse pacote me agradou bastante, a qualidade dos gráficos dos carros e das pistas é tão boa quanto das opções existentes no game, que vem se fixando cada vez mais como o simulador de corridas mais próximo da realidade que um console pode ter, até agora.
Você ficou curioso por “ibagens”? Então vá em meu canal de Youtube e deleite-se. Até a próxima.

Eduardo Argemon